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O Lingualeo é um aplicativo para Android que ensina inglês de forma divertida, por meio de atividades interativas. Uma de suas vantagens é a interface em português, o que facilita o uso por brasileiros. O usuário pode baixar e instalar de forma gratuita, podendo ser aplicado para crianças e adultos no dia a dia.

O programa oferece dicionário pessoal, glossários temáticos, treinos de tradução, nivelamento de inglês e até o acompanhamento do seu avanço. Ele serve inclusive como reforço para quem já tem um inglês básico, intermediário ou faz curso. Quer aprender brincando com o app? Então, veja este tutorial como usar o LinguaLeo no smartphone.
Veja como usar o aplicativo LinguaLeo para aprender inglês pelo celular (Foto: Barbara Mannara/TechTudo)


Criando sua conta

Passo 1. Baixe e instale o LinguaLeo no seu celular. Para acessar o recurso, o usuário pode criar uma conta usando o Facebook, Google ou um e-mail. No caso de não ter uma das redes sociais, toque na terceira opção. Em seguida, selecione “Eu sou um novo usuário”.

Inicie a criação da sua conta no LinguaLeo (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Passo 2. Para criar a conta digite seu e-mail e crie uma senha pessoal. Marque sua língua nativa, em português no caso de brasileiros. Confirme em “Registrar-se”. Em seguida, será necessário personalizar seus dados, adicionando sexo e idade.

Adicione seus dados para criar a conta e depois personalize (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Passo 3. O aplicativo vai fazer outras perguntas para conhecer melhor seu tipo de perfil de aluno. Nas telas seguintes, defina quanto tempo deseja estudar por dia e escolha os níveis de habilidade do idioma, começando por “Conversação” e “Escrita”. Para isso, basta arrastar a barra de ajuste até o nível que se identificar e tocar em “Próximo”.

Ajuste seu nível para aprender melhor pelo aplicativo (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Passo 4. Depois defina os níveis de “Compreensão oral”, “Leitura” e “Vocabulário”. Ao final de cada etapa, toque no botão de “Próximo” para continuar.

Defina mais níveis de leitura e compreensão em inglês (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Passo 5. Para finalizar, marque seus assuntos de interesse e confirme em “Pronto”. O app Lingualeo será aberto no celular. Para ter acesso a todos os recursos, toque no menu lateral, indicado por “três linhas”.

Finalize o cadastro e personalização no aplicativo LinguaLeo (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)


Usando o aplicativo LinguaLeo

Passo 1. Ao abrir o menu lateral, o usuário pode visualizar a lista de recursos oferecidos pelo aplicativo. Em “Tarefas”, o estudante pode fazes testes de nivelamento e ainda verificar as metas de aprendizagem adicionadas no aplicativo.

Inicie conhecendo as tarefas e as metas no aplicativo LinguaLeo (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Passo 2. Já no item “Perfil” o usuário consegue visualizar o seu nível do inglês, que muda conforme o tempo de estudo e avanço.

Veja seu perfil e acompanhe a evolução nos níveis (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Passo 3. No item “Coleções” é possível acessar os conteúdos especiais para estudo, como vídeos, áudios, textos em artigos e mais dados para treinar seu inglês. Basta tocar em um deles para abrir no celular.

Acesse os conteúdos para estudo em inglês (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Passo 4. No menu “Cursos de Gramática” você pode aprofundar seu conhecimento em inglês para escrever e falar de forma correta. As atividades são divididas para “Iniciantes”, “Intermediários” ou estudantes “Avançados”. Depois, de forma interativa, basta responder os questionamentos para avançar nos estudos.

Acesse o glossário para aprender novos termos no LinguaLeo (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Passo 5. Na categoria de “Glossário”, o estudante tem acesso a palavras de grupos específicos para ampliar o vocabulário. Em cada item é necessário marcar “Eu já sei” ou “Para estudar”, para que o app identifique quais itens precisam de reforço.

Aumente seu conhecimento de palavras específicas no Glossário (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Passo 6. Em “Treinos” estão seus exercícios interativos. É necessário praticar cada um deles para ir desbloqueando os próximos níveis. Os itens se revezam em práticas de tradição oral, compreensão, escrita e mais tarefas. Você pode categorizar os treinos com as novidades, conteúdo quase aprendido ou pelo glossário padrão.

Faça os treinos para aprender inglês no dia a dia e aumentar seu nível (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Passo 7. Por fim, no item de ”Meu dicionário” estão as palavras apresentadas no app e que foram separadas para estudo pessoal. Conforme evolui nas tarefas, o dicionário ficará mais completo. O usuário também pode adicionar novas palavras manualmente, digitando no campo de texto no topo. Ao tocar em um item é possível ver a tradução e descrição oral.

Acesse seu dicionário com novas palavras adicionadas para estudo (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)
Fonte: techtudo
Por alguns minutos, Zuckerberg mostrou ao público que acompanhava o evento o protótipo de uma rede social que funciona em realidade virtual com o Rift. No app, usuários podem criar seus próprios avatares e interagir com amigos em qualquer lugar do mundo como se eles estivessem realmente ali.
Nesse espaço virtual, os usuários podem se ver e ouvir (ou melhor, podem ver e ouvir seus avatares) e realizar diversas atividades, como jogar xadrez, cartas, explorar a superfície de Marte e até o fundo do mar. Além disso, é possível atender chamadas em vídeo dentro do ambiente virtual e tirar fotos.
O Rift consegue até identificar as expressões no rosto do usuário para reproduzí-las no avatar, além de criar objetos com base em desenhos feitos a mão, como uma espada. O conceito parece um pouco confuso, mas é, ao mesmo tempo, muito impressionante.
Zuckerberg não revelou data de lançamento ou qualquer outro detalhe sobre esse aplicativo. A princípio, a demonstração pareceu mais um teste conceitual, uma ideia do que o Rift pode fazer com a experiência social do Facebook, do que a promessa de um software que realmente vai existir e funcionar um dia.

De qualquer maneira, confira o impressionante vídeo da demonstração abaixo:




Dois anos depois de ser encerrado pelo Google, o Orkut — rede social criada pelo engenheiro turco, então funcionário da gigante de buscas Orkut Buyukkokten — vai finalmente ser excluído de vez dos servidores da empresa de Internet. Até então, mesmo após ter seu fim decretado em 2014, a rede social manteve público um banco de dados com 51 milhões de comunidades e informações dos usuários como fotos, scraps e depoimentos na sua nuvem. Porém, como prometido, depois desta sexta-feira (30) a recuperação dos dados não será mais possível. Se você ainda não resgatou suas memórias do Orkut, corra para fazer download e guardá-las no seu computador. Relembre como recuperar informações dos perfis, scraps, fotos e depoimentos de amigos usando a ferramenta Google Takeout.

A história do Orkut





O Orkut foi encerrado em 30 de setembro de 2014, pouco tempo depois de completar dez anos. A rede social foi uma das primeiras a fazer sucesso no Brasil e tinha como principal atrativo as comunidades, onde era possível discutir sobre um determinado tema em comum com os outros usuários. Os scraps (recados no mural) e os depoimentos também eram uma das partes mais divertidas da rede social.

Depois de ser comprado pelo Google, o Orkut foi descontinuada. À época, a gigante da Internet afirmou que o encerramento se justificava graças ao sucesso de outras plataformas como o YouTube — que relançou o conceito de rede social no site de vídeos — e o Google+ (que respira por aparelhos).

Atualmente a página do Orkut (Orkut.com) ainda existe, com uma carta que convida o usuário a conhecer a Hello — outra rede social por Buyukkokten, mas sem relação nenhum com o Google. O site exibe apenas um depoimento emocionado do seu criador e ainda carrega a antiga identidade visual em preto, branco, roxo e rosa.

Ainda há tempo — pouco tempo — para recuperar as suas memórias do Orkut. É possível baixar dados importantes como fotos, depoimentos, lista de amigos e os scraps. Basicamente você vai precisar se lembrar dos dados de login (qual e-mail usou e sua senha).

Porém também ainda há como recuperar a senha do Orkut (se você perdeu), assim como o ID utilizado na rede. Em seguida é só utilizar o Google Takeout para baixar os arquivos. Você também pode tirar dúvidas sobre Orkut no Fórum do TechTudo.

O Orkut terminou em 2014 (Foto: Barbara Mannara/TechTudo) (Foto: O Orkut terminou em 2014 (Foto: Barbara Mannara/TechTudo))O Orkut terminou em 2014 (Foto: Barbara Mannara/TechTudo)







Alternativas ao Orkut

Alguns aplicativos e sites ainda tentam repetir o sucesso do Orkut no Brasil — seja com uma nova plataforma ou uma cópia genérica do velho Orkut. Existem alguns clones como o Orkuti e o Orkutando, mas ainda sem a base de usuários enorme e fiel que garantiu o sucesso da rede social por aqui.


Orkutando (Foto: Melissa Cruz / TechTudo)Orkutando (Foto: Melissa Cruz / TechTudo)



O próprio criador do Orkut original também se aventurou novamente no mundo das redes sociais. O Hello traz uma proposta diferente do Facebook, mas que lembra um pouco a dinâmica do Orkut.

Para os antigos usuários da rede social, só restam as lembranças e as pastas de backup, que você pode salvar no Google Drive. Saiba o que acontece depois de excluir perfis de redes sociais.

Fonte: TechTudo

O Muzo é um dispositivo que promete acabar com os problemas de quem vive cercado por barulho. O aparelho é capaz de detectar o som ambiente e produzir ondas sonoras que o abafam, criando um meio mais silencioso e com menos ruídos. Segundo os desenvolvedores, o gadget também pode criar uma espécie de bolha de privacidade para pessoas estranhas não escutarem sua conversa em restaurantes ou locais públicos.
O eletrônico funciona ao ser anexado a janelas ou outras superfícies planas que facilitem a propagação das ondas sonoras. A intensidade pode ser controlada facilmente através de um aplicativo para smartphones Android ou iPhone (iOS).
Muzo cria área privada para impedir que conversas possam ser ouvidas por terceiros (Foto: Reprodução/Indiegogo)Muzo cria "bolha" para impedir que conversas sejam ouvidas por terceiros (Foto: Divulgação/Celestial Tribe)
Toda a tecnologia fica armazenada em uma pequena caixa de 32 x 75 x 165 mm com peso de cerca de 350g. O Muzo se conecta nos smartphones através de Bluetooth 4.0 e possui bateria recarregável através de cabo microUSB com duração estimada de até 20h de uso, segundo a fabricante. O cabo também pode ser usado para atualizar o firmware quando necessário.
Ao ligar o aparelho o usuário pode escolher entre três modos. O primeiro deles, chamado Serenity, é usado para reduzir ruídos externos, criando um ambiente mais silencioso com o sistema de anti-vibração. Já o Sleep pode reproduzir sons que ajudam a dormir e, pela manhã, funcionam como alarme. 
Há  ainda o modo Secret, criado para funcionar como uma espécie de bolha de privacidade, que permite que duas pessoas conversem sem medo de outros escutarem o que é falado. A área protegida também pode ser regulada através de aplicativo. 
Caixa de som promete bloquear som ambiente usando vibrações (Foto: Reprodução/Indiegogo)Caixa promete bloquear som ambiente usando vibrações (Foto: Divulgação/Celestial Tribe)
A expectativa é que o gadget comece a ser entregue a partir de fevereiro de 2017. O dispositivo está à venda por a partir de US$ 159 (cerca de R$ 500), com frete adicional de US$ 15 (R$ 48) para entrega no Brasil.
Apesar da proposta interessante, o Muzo despertou desconfiança de alguns internautas. Discussões em fóruns mostram que os usuários não acreditam na funcionalidade, que lembra bastante aparelhos vistos em filmes de ficção científica. 
O questionamento principal ocorre em relação a tecnologia usada para o cancelamento de ruídos, que só funcionaria eliminando algumas variáveis, como a posição do usuário, que precisa ser fixa para bloquear os sons corretamente.
Confira no vídeo abaixo o projeto do Muzo. 


Com Windows 10 Anniversary Update, a Microsoft já não permite desativar a tela de bloqueio usando uma definição de política de grupo ou mexendo no registro do sistema. A definição de política de grupo que desativa a tela de bloqueio ainda está disponível, mas ela só funciona nas edições Enterprise e Education. Até mesmo os usuários do Windows 10 Professional não podem usá-la. Porém, existe uma forma muito simples de resolver isso, sem riscos ou complicações.

Conheça um jeito fácil de desativar a tela de bloqueio no Windows 10 (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Conheça um jeito fácil de desativar a tela de bloqueio no Windows 10
(Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)


Siga as instruções abaixo e veja a tela de bloqueio apenas em um momento: quando iniciar o computador. Ela não aparecerá quando você realmente bloquear o PC ou quando ele sair da hibernação.
Passo 1. Execute o gerenciador de arquivos do Windows 10 clicando no ícone presente na barra de tarefas ou pressionando as teclas Windows + E;

Executando o Explorador de Arquivos do Windows (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Executando o Explorador de Arquivos do Windows 10 (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)


Passo 2. No Explorer, acesse a pasta “Windows” e depois a subpasta “SystemApps”. Em seguida, procure pelo arquivo “Microsoft.LockApp_cw5n1h2txyewy”;

Localizando a pasta da tela de bloqueio (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Localizando a pasta da tela de bloqueio (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)


Passo 3. Clique com o botão direito do mouse sobre o arquivo. No menu que aparece, clique na opção “Renomear”;


Selecionando a pasta da tela de bloqueio para renomear (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Selecionando a pasta da tela de bloqueio para renomear (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)


Passo 4. Por segurança, apenas digite um ponto e a palavra backup (ou qualquer outra que você possa lembrar depois) no final do nome do arquivo. Para confirmar a mudança, tecle enter.

Renomeando a pasta da tela de bloqueio (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Renomeando a pasta da tela de bloqueio (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)


Pronto! Para restaurar sua tela de bloqueio, basta repetir o processo e, no último passo, remover o ponto e a palavra digitada. No caso do exemplo deste tutorial, renomeie o arquivo “Microsoft.LockApp_cw5n1h2txyewy.backup” de de volta para “Microsoft.LockApp_cw5n1h2txyewy”.

Fonte: TechTudo

Assim como em baterias e carregadores, TVs ou consoles de videogame, a fotografia também é alvo de diversos mitos e verdades. As histórias se espalham ao longo dos anos e podem deixar até mesmo os usuários mais profissionais em dúvida.

Para revelar as respostas das questões, confira a seguir uma lista com cinco boatos e verdades sobre fotografia e descubra, por exemplo, se a lente que vem no kit da câmera é realmente mais fraca para capturar fotos e vídeos de qualidade.

Lista traz mitos e verdades sobre fotografia; tire suas dúvidas
(Foto: Divulgação/Lomography)

Quanto mais pixels, melhor a qualidade da imagem?

Mito. Usuários leigos ou mesmo fotógrafos iniciantes costumam pensar que quanto mais megapixels a câmera tiver, melhor será a qualidade da imagem. No entanto, isso é um afirmação falsa, pois uma coisa não está diretamente relacionada a outra.

Toda câmera digital possui um sensor que faz a captação da luz que, posteriormente, é transformada pelo processador em imagem, formada por megapixels. Acontece que os aparelhos compactos possuem sensores não tão avançados como os de câmeras profissionais e semi-profissionais.

Diferença de imagem com ruído e sem ruído (Foto:Reprodução/brettnattrass.co.za)Diferença de imagem com ruído e sem ruído (Foto:Reprodução/brettnattrass.co.za)



Assim, quando a fabricante tenta alocar muitos megapixels neste sensor, mais calor produz e mais ruído é gerado. As câmeras compactas que possuem mais megapixels geralmente entregam imagens com mais ruído do que câmeras profissionais que possuem menos megapixels.

Câmera fotográfica tem vida útil?

Sim, as câmeras também possuem vida útil, medida em cliques (Foto: Divulgação/Canon)Sim, as câmeras também possuem vida útil, medida em cliques (Foto: Divulgação/Canon)


Verdade. Muitas pessoas podem pensar que as câmeras digitais não possuem vida útil e poderá fotografar para sempre. Ledo engano. A máquina tem sim vida útil e esse dado é muito importante se você está interessado em comprar um aparelho usado.

A vida útil das máquinas fotográficas é medida pelo número de cliques. Quanto mais cliques tiver, mais perto de seu fim estará. Tanto é que nos sites de venda de usados os anunciantes sempre costumam colocar a quantidade de cliques que a câmera teve. Assim, o interessado poderá saber se vale a pena ou não comprar determinado dispositivo.

A lente que vem no kit não é boa para fotografar?

Lentes baratas podem sim produzir boas imagens  (Foto: Divulgação/ Canon)Lentes baratas podem sim produzir boas imagens (Foto: Divulgação/ Canon)



Mito. Este é um boato que se propaga até mesmo entre fotógrafos profissionais. As histórias dizem que a lente que vem junto com o kit da câmera, e que geralmente é mais barata, não é boa para trabalhar. No entanto, cada lente tem um tipo específico de uso e em muitos casos não é necessário que o profissional gaste ainda mais dinheiro comprando uma lente avulsa e mais cara.

Atualmente, uma das melhores lentes para fotografar é a de 50 mm, conhecida como “cinquentinha”. A abertura é de f/1.8, uma das maiores disponíveis no mercado. O custo é de apenas R$ 300 a R$ 400. Normalmente, é usada em ensaios, pois desfoca o fundo, dando ainda mais destaque ao objeto principal da cena.

Portanto, lentes baratas também podem entregar boas fotos.

Marca X é melhor que a marca Y?

Não existe uma marca melhor que a outra (Foto: Divulgação/Nikon)Não existe uma marca melhor que a outra (Foto: Divulgação/Nikon)
Mito. Assim como há uma discussão entre usuários Android e iOS, Windows e Linux, Playstation e Xbox, entre outros, no mundo da fotografia não poderia ser diferente. Com frequência usuários da Canon e da Nikon criam debates em fóruns para tentar chegar a conclusão de qual é a melhor marca.

A verdade é que ambas são excelentes e a diferença de qualidade entre uma e outra é praticamente imperceptível. O que vale, nesse caso, é qual câmera se encaixa no seu bolso, atende melhor suas necessidades e é mais usada pelo seu círculo social, pois assim você poderá trocar experiências mais facilmente, além de acessórios.

RAW não é bom para eventos sociais?


Mito. Costuma-se falar que fotografar com o formato RAW em eventos sociais, como em casamentos ou em festas de aniversário, não é viável devido ao tamanho da foto e do tempo que leva para processar a imagem.

Porém, com uma preparação prévia e uma otimização do fluxo, isso deixa de ser um problema e vira uma vantagem. Isso porque o formato RAW possui uma flexibilidade muito grande no balanço de branco, os arquivos são passíveis de maior interpolação, a resposta de cor de câmeras diferentes pode ser bastante aproximada, entre outros detalhes.

 

Fonte: TechTudo





A partir desta quarta-feira (31), o Instagram começa a liberar gradualmente uma nova função no aplicativo: a opção de dar zoom em fotos e vídeos no feed de posts. A atualização chega junto com a versão do Instagram 9.2 e já está disponível para download para Android e iOS— usuários de iPhone devem recebê-la primeiro. Com a mudança, os usuários da rede social poderão explorar detalhes de post aplicando o recurso ampliar em imagens maiores, com mais resolução e descobrir particularidades.

"Estamos felizes por trazer essa opção para a comunidade — todo conteúdo postado no feed poderá ser aumentado", explica a equipe de desenvolvimento do app, em comunicado.

Instagram libera Insights para todas as contas de empresas no Brasil
(Foto: Divulgação/Instagram)

No vídeo divulgado pela rede social, é possível aproximar fotos e vídeos — caso tenham qualidade e resolução para tal. Em uma imagem estática, o movimento de pinça aproxima detalhes em uma praia distante e, em um vídeo, dá destaque a um surfista em meio ao registro de uma enorme onda.

A novidade diferencia o aplicativo do Instagram do seu principal rival, o Snapchat, e incentiva a publicação de fotos com maior qualidade na rede social. Segundo o Instagram, quando um usuário compartilha uma foto no aplicativo, seja no iOS (iPhone) ou no Android, a imagem é publicada com "a melhor qualidade de resolução possível (com largura de até 1080 pixels)".

Tamanho máximo de fotos na rede social

Conforme a seção de ajuda do aplicativo, toda foto — cuja largura é de 320 a 1080 pixels — é compartilhada com a resolução original, respeitando a taxa de proporção entre 1,91:1 e 4:5 (altura entre 566 e 1350 pixels e largura de 1080 pixels). Caso não haja suporte para a taxa de proporção da foto, o sistema corta para ajustar ao quadro. Caso seja compartilhada uma foto com resolução menor, esta será aumentada para uma largura mínima de 320 pixels. Caso seja compartilhada uma foto com resolução maior, será reduzida para uma largura de 1080 pixels.

Tamanho de fotos salvas no celular

Caso você escolha salvar fotos filtradas — com os efeitos aplicados — no seu celular, as versões de alta resolução das fotos do Instagram serão salvas logo após carregá-las para o Instagram. Isso também quer dizer que as fotos em seu celular terão a maior resolução possível baseadas no original clicado. A resolução máxima é de 2048 x 2048 no iOS e variável no Android.


Android
A capacidade de resolução de imagem varia conforme o celular.


Apple iOS
Resoluções das fotos tiradas com a câmera do Instagram (não com app Câmera) e salvas no celular:

2048 x 2048 no iPhone 4S e posterior
1936 x 1936 no iPhone 4
1536 x 1536 no iPhone 3GS

Instagram inclui zoom em fotos e vídeos do aplicativo para iOS e Android
(Foto: Divulgação/Instagram)

Fonte: TechTudo
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