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Após algumas semanas de rumores e especulações, a Disney finalmente anunciou que fechou um acordo de compra de boa parte da 21st Century Fox. O acordo vai custar aos cofres da empresa a bagatela de US$ 52,4 bilhões, pagos em ações, e outros 13,6 bilhões em dívidas da Fox que a Disney decidiu pagar.

O acordo especificamente cita como uma das vantagens a possibilidade de trazer personagens do universo X-Men e Quarteto Fantástico para o da Marvel. Entre outras propriedades intelectuais que se juntam à Disney estão Avatar, Os Simpsons.

A Disney está comprando também boa parte dos negócios de canais internacionais do estúdio, como FX Networks e National Geographic. Mas algumas propriedades serão vendidas no lugar de serem mantidas – como por exemplo o controverso canal de notícias Fox News.


Muito mais que um símbolo, a marca de uma empresa representa uma estratégia de branding na sua expressão mais exterior. O branding constrói uma personalidade para a marca, deixando-a mais próxima dos clientes e criando uma relação mais próxima entre ambas as partes.
Algumas logomarcas se tornaram tão icônicas que, na maioria das vezes, não nos damos conta do real significado de seus nomes. Por isso, um levantamento da Apex Agência escolheu algumas marcas conhecidas para mostrar o que elas queriam expressar quando foram fundadas.
Carrefour

O símbolo do Carrefour (‘encruzilhada’ em francês) consiste em duas setas que representam novos horizontes, como se no supermercado o consumidor pudesse encontrar tudo que precisa. As cores vermelha, branca e azul representam a bandeira francesa com as colorações invertidas: desta forma, mostram a letra “C” no interior do emblema.
Apple
Quem criou o design do logotipo da Apple foi Rob Janoff, a pedido de Steve Jobs: ele comprou um saco de maçãs e, durante uma semana, desenhou inúmeros rascunhos, tentando encontrar detalhes interessantes. A mordida em uma das maçãs foi casualidade e um experimento, mas acaba por representar também um trocadilho com “bite” e “byte”.
Hyundai

Além do nome poder ser traduzido para “modernidade”, a marca da Hyundai também simboliza duas pessoas dando as mãos: de um lado o cliente, de outro o representante da empresa. O objetivo é passar a ideia de respeito e confiança.
Jägermeister

Traduzido do alemão, Jägermeister significa “mestre de caçadores”. O tema da caça é explorado por meio da marca: o rótulo apresenta um poema sobre um caçador, e faz referência aos santos padroeiros dos caçadores, São Humberto e São Eustáquio.
Nivea

O químico Isaac Lifschütz, depois de tempos de desenvolvimento de sua “cera da beleza”, a batizou de Nivea: proveniente do latim niveus/nivea/niveum, que significa neve branca – semelhante à cor e a consistência do produto.
Palmolive

O americano Caleb Johnson abriu uma fábrica em 1864 para produzir sabonetes e velas na cidade de Milwaukee. Acabou desenvolvendo uma fórmula de um novo sabonete feito à base dos óleos de palmeira (palm) e oliva (olive). Batizou o produto de “PALMOLIVE”, que rapidamente se tornou um enorme sucesso entre as famílias americanas.
Samsung

De acordo com a empresa, Samsung é uma palavra coreana que significa “tri-star”: três estrelas. O três representa algo que é “grande, numeroso e poderoso”. O desenho da pequena constelação estava presente no logo original da marca.
Shell

Shell é a palavra inglesa para “concha” (presente no logo da marca) e remete aos fósseis, que, por sua vez, remete aos combustíveis fósseis. Mas a palavra “shell” vem de muito antes. A empresa, criada em 1907, nasceu da união da Royal Dutch Petroleum Company com a The Shell Transport and Trading Company. Esta última foi fundada pelos irmãos Marcus Samuel e Samuel Samuel. Marcus tirou o “shell” do seu pai, que, no começo de 1833, vendia conchas para colecionadores em Londres.
Volkswagen

A logo da Volkswagen é um círculo que envolve um “V” e um “W”, iniciais de Volks (em alemão: povo) e Wagen (vagão, veículo), mais conhecido como carro do povo.
Conhece mais alguma marca com significado inusitado? Diga para a gente nos comentários.


Já era possível sentir uma aura diferente em torno do painel de sábado da Sony Pictures na Comic Con Experience desde a Spoiler Night na quarta-feira, quando os primeiros visitantes do evento viram no estande do estúdio uma seção dedicada ao filme do Venom. Se em outros anos a empresa apenas testou águas (como em 2016 quando mostrou com exclusividade ao público do auditório Cinemark meros dez segundos do trailer de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) em 2017 ela veio com tudo para a CCXP, ainda que de forma sorrateira: a princípio, a grande atração de sua apresentação seria a presença do ator e músico Nick Jonas e, em menor grau, do produtor Jason Blum.

Não foi muita surpresa, então, que o salão principal da feira tenha praticamente se esvaziado e renovado seu público entre o fim das apresentações da Disney e do começo do da Sony, um intervalo de uma hora e um painel (o centrado em Danai Gurira, a Michonne de “The Walking Dead”) que se provou crucial demais para muita gente que madrugou na fila. Era a prova de que a Sony estava preparada para fazer uma ação sem precedentes na curta história da CCXP para vender seus filmes, além de pegar desprevenido quem acreditava que o ápice do dia ia ser o trailer estendido exibido na Comic-Con de San Diego de “Vingadores: Guerra Infinita”.

Depois de um rápido recado de Genndy Tartakovsky e a exibição do trailer já lançado de “Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas”, as luzes do auditório se apagaram repentinamente e ficaram uns bons dez segundos desligadas. O público estourou em alegria quando o suspense revelou-se ser feito para o painel da animação do Homem-Aranha de Miles Morales produzida pela Sony Animation, que teve o título (“Homem-Aranha no Aranhaverso”) e o primeiro trailer divulgados na CCXP, confira a prévia abaixo.






O público já estava em estado catártico quando veio o anúncio de que Phil Lord e Chris Miller, os diretores da animação e responsáveis pelos dois “Anjos da Lei”, foram anunciados de surpresa no painel, o primeiro anúncio do tipo na história do evento. Ovacionados, a divertida dupla logo fez piada dizendo que só haviam vindo para ver Nick Jonas e que tinham passado no Mercadão antes para comer toneladas de mortadela.

Proibida de ser filmada ou fotografada, a conversa com os diretores foi bastante produtiva. Os cineastas revelaram que toparam entrar no projeto com a condição de que seria protagonizado por Miles Morales e não Peter Parker e de que a animação seguiria um molde mais fiel aos quadrinhos, cujas artes os interessavam por sua beleza estilizada e dinamismo na ação em painéis. Miller disse que esse desejo só conseguiu ser realizado graças à equipe da Sony Animation, que conseguia fazer de cada frame do longa “um desenho próprio”.

Entrando no filme em si, a dupla revelou que a história se passa em um universo diferente daquele visto nas produções da Marvel Studios e que trata do primeiro grande desafio de Miles enquanto super-herói. Peter Parker existe neste mundo, mas diferente de sua contraparte jovem no live-action ele está mais adulto e precisa servir de mentor ao protagonista. “É um grande filme de ação, mas Miles é um cara engraçado” disse Lord, que depois afirmaria que o filme é “sobre pessoas comuns que salvam o mundo e não quem foi escolhido para tal” e que a dupla espera que essa mensagem se reflita no público.


Em detrimento do evento CCXP - Comic Con Experience, a marca lançou a campanha “Para nós o mundo é assim” inspirada no lado geek que existe em cada um de nós. O objetivo da comunicação é reforçar a marca como um ícone de cultura pop e uma referência para o público, independente da idade.
“Em apenas quatro anos conseguimos construir um festival onde famílias, crianças, jovens, adultos e idosos se conectam com a melhor fase de suas vidas. Os quatro dias de evento são o lugar onde todos podem ver na vida real tudo que passa pela imaginação, por meio dos filmes, games, quadrinhos e séries, o ano inteiro”, explica Roberto Fabri, diretor de criação e marketing da CCXP.
O conceito traz o "Viver o Épico" em situações cotidianas, com elementos que transformam todas as pessoas em heróis, independente de estereótipos, biotipos, gêneros, raças e etnias. “O épico pode estar em pequenas situações do dia-a-dia, não apenas dentro das telonas”, ressalta Fabri.
A peça central da campanha é um filme branded content de 5 minutos para internet e redes sociais. Intitulado de “Round 2”, o curta criado pela agência criativa in house da CCXP é recheado de referências aos anos 80, 90 e atuais. Quem assina a direção é o duo Alaska, da ICONOCLAST.


A cidade de São Paulo deve ganhar um novo cartão postal em breve. De acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo na Folha de S. Paulo, a capital paulista planeja construir uma roda gigante como novo ponto de entretenimento.
O aparelho será projetado pelo mesmo escritório que foi responsável pelo desenvolvimento da London Eye, a quarta maior roda gigante do mundo e que faz parte da paisagem de Londres desde a virada do ano de 1999 para 2000.
A versão paulistana teria 150 metros de altura e 32 cabines que abrigam 32 pessoas cada uma.
A medida é um pouco maior que a britânica, que tem 135 metros.
Em São Paulo, ainda não se sabe onde a roda será construída. Quatro terrenos estariam sendo analisados por um grupo do qual fazem parte Charles Nogueira e o advogado Aroldo Camillo.

A London Eye é assinada pelos arquitetos Julia Barfield, Mark Sparrowhawk, Nic Bailey, Malcolm Cook, Frank Anatole, Steve Chilton e David Marks, falecido em outubro de 2017.


Mais uma rede social aderiu ao Stories. Agora o YouTube também terá um espaço para a publicação de vídeos curtos com até 30 segundos em sua plataforma.

Com o nome de Reels, a nova função será liberada para os produtores de conteúdo da plataforma. O formato é semelhante ao já conhecido Stories do Instagram, Facebook, WhatsApp e do pioneiro (culpado) disso tudo, o Snapchat.

Apesar da semelhança com os recursos das já citadas outras redes sociais, o Reels apresenta sua próprias particularidades, como não ser mostrado no topo da plataforma, como estamos acostumados nos outros casos. Ele será “encontrado” só por quem deseja conferir as histórias, por isso ficará disponível apenas na página do canal em questão.

Os canais poderão ter diferentes linhas do tempo, podendo manter uma linha para cada assunto que aborda em seus conteúdos.

Mas, certamente, o principal diferencial do Reels é que as histórias não serão apagadas depois de um tempo no ar. Ou seja, elas serão pequenos vídeos permanentes.

Segundo o comunicado do YouTube, o Reels ainda está em fase de testes na plataforma, e por isso foi disponibilizado para apenas alguns canais que possuem mais de 10 mil inscritos.
Ainda não há previsão quando o serviço será liberado para todos os usuários.


Pode até aparecer loucura, mas os designers da IKEA estão dispostos a fazer isso. Para aqueles que não conhecem, a IKEA é uma das maiores referências mundiais em móveis criativos, trazendo bons preços e móveis de montagem simples.
Mesmo assim, até mesmo eles precisam de uma forcinha para sair da zona de conforto e encontrarem mais criatividade e inspiração e para conseguir isso a empresa decidiu fazer uma proposta inusitada: que seus designers passassem alguns dias em Marte para buscar um pouco de inspiração.

Mas calma, não foi bem assim! Como seria extremamente caro e precisaria de um bom tempo de treinamento para que eles realmente fossem até o famoso planeta vermelho, a fabricante europeia pediu que um grupo dos seus designers de produtos passassem 7 dias em uma cabine que simula o ambiente de uma pequena base no planeta.
A ideia era fazer com que o cenário reduzido estimulasse criações mais minimalistas, sustentáveis e úteis para o consumidor.
É o mesmo tipo de trabalho que fazemos em visitas a casas, mas, neste caso, é uma casa no espaço” – explicou Marcus Engman, o chefe de design da IKEA, em uma entrevista para a Wired.
Para o executivo, a proposta deveria colocar os funcionários em sintonia e pensassem no que poderia ser desenvolvido se eles deixem de lado as regras de produtos para a Terra. Tudo isso poderia ter sido desenvolvido dentro do próprio escritório da IKEA, mas não traria os mesmo resultados.

Esse projeto foi desenvolvido, pois a empresa acredita que cada vez mais haverá pessoas morando na cidade e não no campo e com isso a necessidade por economizar e aproveitar espaço será maior, já que a probabilidade de que os apartamentos sejam o tipo de moradia que irá dominar são altas e como já uma realidade em países como China e Japão, os cômodos estão ficando cada vez menores para seja possível construir mais moradias em menos espaço.

Reprodução da Imagem: http://www.ikea.com/pt/pt/
Uma vez que os designers passaram esses 7 dias em um local pequeno eles puderam ter uma ideia de como é viver em um “cubículo” e com isso pensar em soluções práticas e criativas para suprir essa demanda que está por vir.
Aproveitando a oportunidade a IKEA também aproveitou o estudo que já estavam fazendo e criaram uma coleção chamada “The curious collection” (a coleção curiosa), que será lançada em 2019 e tem foco em criar um lar caso habitássemos no Planeta Vermelho. De acordo com eles, a NASA está estudando a hipótese de que humanos possam morar em Marte em um futuro próximo e se isso acontecer eles querem estar preparados também.
Gostou? Deixe nos comentários o que você achou do projeto desenvolvido pela empresa.
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Commit Design
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