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A Ford Caminhões desenvolveu uma tecnologia inovadora para ajudar os caminhoneiros a rodar com mais segurança e evitar uma situação comum na sua rotina de viagens: o cansaço no volante. Trata-se do Boné Alerta, que à primeira vista parece um boné comum, mas vem equipado com sensores capazes de interpretar os movimentos de cabeça do motorista e avisa ao detectar que ele está sonolento – ou, como se diz popularmente, “pescando” na direção.

O alerta é feito pela geração de três tipos de sinais: vibratório, visual e sonoro, orientando o motorista a fazer uma parada de descanso antes de seguir viagem. O primeiro passo na criação do acessório foi a realização de um estudo para identificar os movimentos do caminhoneiro relacionados à sua rotina normal de trabalho e os que indicam sono. Essa base de dados depois foi transferida para a unidade central de processamento boné, que funciona conectada a um acelerômetro e um giroscópio para identificar cada tipo de situação.


A novidade foi apresentada como parte da comemoração dos 60 anos de produção de caminhões Ford no Brasil, simbolizando o espírito de inovação da marca e o seu investimento constante em pesquisa focada na segurança do trânsito e dos milhares de profissionais que dirigem diariamente para movimentar a economia do País.

“A Ford é a primeira montadora a pensar em um ‘wearable’ (tecnologia de vestir) para utilização enquanto o motorista está ao volante e que pode contribuir na prevenção de acidentes. Dessa forma, reforçamos nosso compromisso de trazer tecnologia embarcada não só nos veículos, mas também em acessórios capazes de facilitar a vida do motorista, e o foco na segurança como prioridade nos nossos investimentos em tecnologia”, disse Lyle Watters, presidente da Ford América do Sul.

O Boné Alerta da Ford foi testado durante oito meses por um grupo selecionado de motoristas, por mais de 5.000 km em condições reais de rodagem. Ele também foi apresentado a especialistas da área de segurança de tráfego e estudos do sono, que reconheceram o seu potencial para auxiliar na prevenção de acidentes nas estradas.

O protótipo se encontra em fase de testes, com vistas ao processo seguinte de patenteamento e certificação, e ainda não há planos para a sua produção e comercialização no curto e médio prazo. Mas a Ford mostrou interesse em dividir essa tecnologia com parceiros e clientes para avançar no seu desenvolvimento e viabilizar a sua introdução no mercado.
Com o recurso, chamado de Localização Atual, será possível ver onde seus amigos estão ao longo de um período específico, em um mapa



O WhatsApp anunciou nesta terça-feira, 17, uma nova função que pode ajudar quem vive chegando atrasado no encontro com os amigos: a partir das próximas semanas, será possível compartilhar sua localização em tempo real com qualquer contato do aplicativo de mensagens. 
Ao contrário do comando de localização, que mostra apenas onde o usuário está em um momento específico, o Localização Atual exibe por onde o usuário se locomove ao longo de um tempo determinado – antes de compartilhar a localização, é possível escolher por quanto tempo a informação será compartilhada por um contato. 
"O recurso é uma forma simples e segura para informar às pessoas onde você está ou compartilhar seu trajeto", diz a empresa, em um texto em seu blog. No post, o WhatsApp diz que a função é criptografada. Para enviar a Localização Atual, é preciso escolher o contato, procurar "Localização" nos anexos e também a nova opção de "Compartilhar Localização Atual". 
Cada membro da conversa poderá ver onde o usuário está em um mapa – se vários membros de um grupo o fizerem, todos aparecerão no mesmo mapa. Segundo o WhatsApp, o recurso já está disponível para os usuários dos sistemas Android e iPhone, e deve chegar gradativamente a todos os 1,3 bilhões de contas do aplicativo nas próximas semanas. 



Uno, jogo de cartas que é praticado a partir da combinação de cores e números de suas cartas, ganhou uma versão dedicada às pessoas daltônicas, com cartas marcadas com o selo iconográfico do código de cores universal para daltônicos, ou ColorADD.

O sinal pode ser visto próximo aos números das cartas. As cores vermelho, azul e amarelo possuem cada qual um símbolo diferente, que misturados, representam uma nova cor. Ou seja, a partir da combinação entre o traço do cartão amarelo e o triângulo do azul, temos um símbolo formado pela junção dos dois no cartão da cor verde, por exemplo. Ou seja, as cores não são apenas rotuladas pelos sinais, mas também recriadas por meio de suas combinações (o ícone do verde sendo igual a uma junção dos ícones do amarelo e do azul), o que ajuda uma pessoa daltônica a guardar qual cor é qual.

Mattel, empresa detentora dos direitos do produto, aposta na inclusão como um dos principais conceitos do jogo, que possui um design facilmente reconhecido e preços acessíveis no mercado. Não é à toa que é o jogo de cartas preferido em todo o mundo, além de ser o quarto brinquedo mais popular entre os demais. Faltava resolver o problema das cores para que uma de suas palavras-chaves mais centrais fizesse jus à marca.



Antes da solução, a Mattel pensou em mudar as cores das cartas, mas os designers se viram diante de outras combinações de cores que também causam problemas para algumas pessoas, como as cores amarelo e azul, indistinguíveis em casos raros de daltonismo, mas que existem. Logo, a solução foi manter as cores que possuem a maior porcentagem de daltônicos, e agora serão contempladas com uma versão especialmente feita para elas.



Pesquisadores do Instituto de Pesquisa EPFL (Ècole Polytechnique Fédérale de Lausanne) na Suíça lançaram um estudo em que elencam uma série de vantagens quanto ao uso de robôs comestíveis na medicina e na indústria alimentícia. No artigo “Soft Pneumatic Gelatin Actuator for Edible Robotics”, há a apresentação de robôs que seriam úteis para descobertas novas sobre o corpo humano e transporte de comida, quando não haveria taxas adicionais pelo serviço porque o robô “seria a própria comida”, como brinca o texto.

Esses “robôs pneumáticos de gelatina” possuem formatos de dedos e possuem uma lógica parecida a robôs moles utilizados por alguns supermercados europeus para pegarem frutas e outros objetos a consumidores, mas a diferença é que se tais dispositivos são feitos de plásticos, os bots suíços seriam uma combinação de gelatina, glicerina e água, o que os tornariam comestíveis e biodegradáveis.

Os robôs também poderiam ser enviados em missões de decomposição, quando seriam “abandonados” para serem fontes de alimentos para animais selvagens, sendo facilmente rastreados para a verificação de resultados sobre sua reutilização na natureza, graças a mecanismos de rastreamento instalados nos bots. A mesma lógica poderia funcionar para experimentos em humanos, quando os dispositivos seriam engolidos com medicamentos ou outras substâncias que poderiam revelar novidades para a área da medicina uma vez que seu percurso em corpos humanos seria usado como investigação científica.

Fonte: B9


Aproveitando o lançamento do novo trailer de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, a companhia especializada em robôs e inteligência artificial UBTECH anunciou o lançamento de seu robô Stormtrooper, em homenagem aos soldados da saga de George Lucas. O robô também conta com um aplicativo de realidade aumentada, e pode obedecer a comandos de voz, reconhecimento facial e também é capaz de fazer serviços de sentinela.

A learning machine do Stormtrooper da Primeira Ordem conta com um comando de voz ativado para que você possa dar ordens diretas ao robô.  Assim, você pode comandar ataques e deter rebeldes pela interface do aplicativo, que oferece um jogo de realidade aumentada. Com o serviço de reconhecimento facial instalado no robô, é possível criar um banco de dados com até três rostos que são capazes de serem reconhecidos pelo soldado para que ele possa obedecer a ordens.


Para quem tem crianças em casa ou animais de estimação inquietos, o robô vem com uma função especial de sentinela: ele é capaz de identificar possíveis intrusos na região da casa designada, notificando o usuário sobre presenças que não sejam reconhecidas por ele a partir dos rostos já cadastrados. Um sensor de inteligência artificial permite que o Stormtrooper evite objetos, o que faz com que móveis não sejam confundidos com invasores.

Apesar de funcionar apenas online, o robô não salva informações pessoais do usuário. A pré-venda do produto já acontece no site da UBTECH, por U$ 299,99 (duzentos e noventa e nove dólares e noventa e nove centavos). Por enquanto, ele está disponível apenas nos Estados Unidos.



Fonte: https://goo.gl/78diRd


Na nova edição do projeto “Leia para uma Criança”, que distribui livros infantis gratuitamente, o Itaú transformou um dos mais conhecidos clássicos de David Bowie.

“Starman” virou “Stargirl”, em uma produção que busca mostrar causa e efeito dos livros na educação das crianças. A criação da DPZ&T imagina a saga da primeira astronauta brasileira, que teve um livro infantil como grande inspiração e incentivo para se encantar pelo espaço durante a infância.

Produzido pela Saigon, o comercial foi filmado no Chile, em um dos principais observatórios astronômicos do mundo: La Silla, localizado a 2.400 metros de altitude, no deserto do Atacama.

É óbvio que o tema da imaginação infantil é vital, mas aqui o Itaú consegue unir outro aspecto tão importante quanto: a representatividade. Numa época em que as marcas tanto tagarelam sobre empoderamento – sim, e isso é importante de qualquer maneira – o banco aposta mais no fazer do que no falar, unindo os temas com emoção, pertinência e sensibilidade na assinatura: “Imaginar é o primeiro passo para uma criança ser o que quiser”.

Fonte: https://goo.gl/UhecSN


Aos 90 anos, Liziria Gonçalves nunca achou que se interessaria e se divertiria tanto jogando videogame. A idosa talvez nunca tenha ouvido falar em League of Legends, Dota, Minecraft ou mesmo no Mario e no Sonic.Mesmo assim, ela sente falta quando fica muito tempo longe das partidinhas de boliche que disputa com os moradores da casa de repouso onde mora, em São Paulo.

Todas as quartas-feiras, ela e mais um grupo de idosos, de um lar em São Paulo, se reúne na frente da TV e jogam boliche por meio do Kinect, um sensor de movimentos que é ligado a um Xbox One e possibilita disputar partidas usando o próprio corpo, sem a necessidade de um controle ou joystick.

A gerontóloga Camila Vilela é uma das responsáveis por orientar o grupo. Segundo ela, a atividade traz dois benefícios. O primeiro é a prevenção, já que o jogo ajuda no equilíbrio, na postura, na concentração e na atenção dos idosos. Além disso, outra função é ajudar na reabilitação, como apoio à fisioterapia.

Os 25 idosos que moram no lar são divididos em grupos, que contam com o auxílio de estagiários. No total, a atividade dura uma hora e meia.
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