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Aliada da criatividade, a pausa para o café faz parte do dia a dia do trabalho. Atenta a isso, Nespresso cria a linha Professional




A pausa para um cafezinho pode ser um dos momentos mais frutíferos de uma empresa. Seja para revigorar e energizar um funcionário, seja para uma rápida conversa com um colega ou até para fechar um bom negócio. Atualmente, o café está no centro da produtividade das companhias.
“Tudo hoje se baseia em um cafezinho: se você vai conversar um minuto com os colegas e relaxar ou se quer um momento seu, de reflexão e espairecimento”, afirma Larisa Grosseli, coach de negócios e empreendedorismo.
A pausa pode ser muito importante para a criatividade de quem trabalha. Uma pesquisa divulgada pela consultoria sul-africana Inspiration Office revelou que ter um bom café está entre as prioridades dos funcionários. Realizado em setembro de 2016 com 12 000 funcionários de empresas, o estudo na África do Sul descobriu que 95% dos trabalhadores de escritório consideram café ou chá uma prioridade no ambiente corporativo.
É de olho nesse público que a Nespresso criou a linha Professional, com máquinas exclusivas para empresas. São quatro modelos desenvolvidos para suportar mais extrações de café, com tanques de água maiores do que os da linha doméstica, ideais para consumidores de alto volume.
Mais eficiente e rápido, o modelo Zenius, com um tanque de 2 litros, é voltado para pequenos escritórios. Já a Gemini, de design moderno, tem duas bocas para servir cafés simultaneamente e ainda traz possibilidade de receitas à base de leite. “Muitas vezes, depois de passarem horas à frente de um computador, as pessoas ficam com um bloqueio”, afirma Larissa. “Todo mundo precisa de um momento de distração, que acarreta em mais produtividade.”
Voltada ao alto volume de empresas maiores, a Aguila tem duas ou quatro cabeças de extração simultânea, para se ambientar ao tamanho da companhia, e também possibilita receitas com leite. Por fim, a Tower é um imponente dispenser de cápsulas de café com solução de pagamento integrada.
“Um café legal, com uma boa máquina na empresa, passa uma mensagem de valorização para os funcionários, é motivacional”, argumenta Larissa. “O colaborador se sente reconhecido, valorizado ao ter um bom café. ”
Quanto melhor o café, maior a satisfação. A Nespresso oferece 13 tipos diferentes de bebidas para a linha Professional. Para quem prefere os mais fortes, há três tipos de Ristretto, e os mais suaves, um dos tipos de Espresso ou Lungo. Além dos descafeinados e os aromatizados, nas opções de baunilha ou caramelo.
A pausa para o café pode ser muito importante para a criatividade de quem trabalha (SelectStock/getty Images/Estúdio ABC)

Bom para fechar negócios

Um bom café não é importante só para os funcionários. Servir uma bebida de qualidade também pode ser um ponto essencial na hora de fechar um negócio.
De acordo com uma pesquisa divulgada pela marca, oito em cada dez clientes creem que uma empresa que serve Nespresso está atenta à qualidade. Além disso, 90% acreditam que oferecer a marca cria uma imagem positiva da companhia. É tudo questão de credibilidade, sinônimo de uma das marcas mais conhecidas do planeta.

“O café traz uma energia muito boa não só pelo estimulante físico da cafeína, ele pauta boas ideias”, afirma Larissa. Por que não oferecer esse estímulo aos colaboradores e clientes? “No dia a dia corporativo, o cafezinho é indispensável.”
(Marcelo Andreguetti/Estúdio ABC)



Essa notícia vai especialmente para os Super Nintendo lovers. Dorison Hugo, um apaixonado por tecnologias, que já construiu um mini Playstation, dessa vez decidiu criar um headphone em homenagem ao famoso videogame dos anos 90, o 16-Beat headphones by Dorison Hugo.


De acordo com Hugo, o fone de ouvido costurado a mão recebeu uma boa recepção e algumas pessoas expressaram seu desejo de comprá-lo.
Para satisfazer a essa demanda ele tentou planejar um método de produção que reduziria o preço, preservando a estética e a funcionalidade do fone de ouvido. Para isso ele escolheu o crowdfunding. Por que não trazer o produto diretamente ao varejo? Ele se pergunta, e já responde: “Para oferecer os fones de ouvido a um preço correto, preciso fazer muito ao mesmo tempo”. Ainda de acordo com Dorison a “moldagem por injeção é muito cara, mas o custo se balanceira com pré-pedidos suficientes”.
Os headphones podem vir em duas cores, com botões multicoloridos ou em dois tons de roxo. Eles possuem funcionalidades como: atender uma chamada, alterar o volume, reproduzir/pausar e funcionam até mesmo por Bluetooth.



Seguindo a tendência de empresas como YouTube, Airbnb, Intel e BMW, que patentearam suas próprias fontes, a Coca-Cola também criou uma fonte personalizada pela primeira vez.
O vice-presidente de design global da Coca-Cola, James Sommerville, apresentou a TCCC Unity (The Coca-Cola Company), que mescla elementos do passado da marca com o modernismo americano nas curvas clássicas da fonte.



A divulgação também conta com um aplicativo aplicativo iOS, no qual os criadores falam sobre a identidade visual da Coca, além das inspirações para criar a fonte.

Fonte: https://goo.gl/vEWiBy


Entre os vários momentos de impacto vistos em “Star Wars: Os Últimos Jedi”, um que se destaca logo no início do filme acontece no meio da montagem de cenas em que Rey acompanha Luke Skywalker em seu dia-a-dia na ilha de Ahch-To na esperança de convencê-lo a se juntar à Rebelião. Entre os vários hábitos do mestre Jedi em seu refúgio, Luke em determinado momento vai até uma das costas rochosas ordenhar uma criatura marinha gigantesca, tomando logo em seguida o leite verde saído de suas tetas com uma pose especialmente sinistra voltada a Rey.

Como tudo envolvendo “Star Wars”, a situação perturbadora logo ganhou o público e o líquido se tornou um objeto de desejo de alguns fãs, algo que sem dúvida interessa comercialmente à Disney e a Lucasfilm. Mas enquanto a gente não vê o leite verde sendo vendido aos galões em algum parque em Orlando, o site oficial da franquia lançou uma receita de milkshakes que leva o “drinque” como um de seus ingredientes.

Intitulada “Thala-Siren Milkshakes” (em homenagem à “vaca marinha” que providencia o componente principal), a receita em oito passos usa de ingredientes básicos como chantilly e chocolate, mas também envolve a confecção do leite verde que – surpresa! – é uma mistura de creme de leite, leite (obviamente), açúcar, baunilha e extrato de amêndoas(!). O resultado da empreitada está logo abaixo.

Se você teve interesse em beber deste que é o líquido mais desejado de Ahch-to, você pode aprender a fazer o milkshake passo a passo aqui – e aproveite para ouvir o episódio do Cinemático dedicado a “Os Últimos Jedi” enquanto prepara e desfruta deste drinque tão especial.


Fonte: https://goo.gl/6SKKii


A história da famosa luminária de mesa, marca registrada da Pixar Animation Studios é um acontecido totalmente casual, porém conta com uma bela história. Tudo começou em 1979, quando George Lucas fundou The Graphics Group, a divisão de computadores da Lucasfilm responsável pelos primeiros efeito de Star Wars.
Após alguns anos depois, em 1986, Steve Jobs decidiu comprar essa divisão e mudar o foco para um estúdio de animação independente. Essa transição fez com que a Pixar que conhecemos hoje ganhasse vida. Nesse momento da história e no mesmo ano, a Pixar lançou um dos seus primeiros teasers chamado de “Luxo Jr.”, no qual a protagonista é uma luminária de mesa.
Este trabalho foi o primeiro curta de animação por computador da história e nomeado para um Oscar Award, especificamente na categoria de Best Animated Short. A partir deste momento o vídeo Luxo Jr. tornou-se um símbolo para a empresa.

Como todos sabemos, o Luxo Jr. aparece no início de todos os filme da Pixar. A sequência é sempre a mesma: o personagem entra à esquerda, pára na frente do I do logotipo Pixar, salta sobre ele até que seja esmagado da mesma maneira que acontece com a bola no curta.
Mas essa introdução sofreu algumas variações em alguns filmes. Por exemplo, no caso de Wall-e, o personagem apareceu para reparar a lâmpada fundida de Luxo Jr.


As demais variações do logotipo podem ser vistas no site pixar.wikia.com.


A  Pinacoteca,  museu da  Secretaria  da  Cultura  do Estado de São Paulo, lança, em parceria com o Metrô, a CPTM e a ViaQuatro, um jogo interativo que testa o conhecimento das pessoas sobre seu acervo e sobre o acervo artístico do Metrô e da CPTM.
Criado e desenvolvido pela F/Nazca Saatchi & Saatchi, o jogo PinaTrilhos transforma as linhas do metrô e do trem da cidade em um tabuleiro gigante. O objetivo é chegar à Pinacoteca. Para isso, os jogadores precisam responder a perguntas sobre as obras e seus artistas.

Para participar é necessário baixar o aplicativo, disponível gratuitamente para plataformas IOS e Android. E, dentro do trem, começar a responder às perguntas sobre as obras. Quem acerta segue para uma estação mais próxima da Pina. Já quem erra, deve mover-se para uma estação mais distante do museu.
Theo Rocha, diretor de criação da F/Nazca, revela: “Queremos mostrar que consumir arte pode ser leve, divertido e acessível a todos”.

Já Paulo Vicelli, diretor de relações institucionais da Pinacoteca, abordou a relevância da região: “A Pinacoteca está na Luz, importante estação que conecta diversas linhas do metrô e trens da cidade de São Paulo, e celebramos essa localização com um jogo inovador, que une arte e mobilidade urbana”.
Também é possível entrar no site e baixar o tabuleiro para jogar com a família e amigos, do modo tradicional e sem custos.

Com mobilidade inteligente, carro antecipará o movimento pretendido pelo motorista



O filme “Blade Runner” (raiz) não acertou na previsão de que em 2019 teríamos uma sociedade com carros voadores. Mas os veículos dos próximos anos já poderão ser controlados com a mente.

Nissan anunciou uma nova tecnologia que permitirá ao motorista controlarem seus carros através de sinais emitidos pelo cérebro.

Chamada de “Brain-to-Vehicle”, ou “B2V”, a novidade deixa os veículos capazes de interpretar os sinais emitidos pelos motoristas. Quem dirigir o carro usa um dispositivo capaz de captar sua atividade cerebral, que então é analisada pelos sistemas autônomos.

Ao antecipar o movimento pretendido, o sistema pode gerar ações, como girar o volante ou reduzir a velocidade, em 0,2 a 0,5 segundos mais rápido do que o motorista, sempre de modo imperceptível.

A intenção da novidade é acelerar o tempo de reação para os motoristas, além de tornar a experiência de dirigir cada vez mais agradável.

A Nissan vai apresentar as funcionalidades da “B2V” na CES 2018 – Customer Eletronics Show, feira focada em inovação que acontece em Las Vegas de 9 a 12 de janeiro. Será disponibilizado um simulador para demonstrar algumas funcionalidades dessa tecnologia ao público.


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