Criamos Experiências Interativas e Relevantes Aproximando pessoas e marcas, gerando relacionamentos e negócio




Dois anos depois de ser encerrado pelo Google, o Orkut — rede social criada pelo engenheiro turco, então funcionário da gigante de buscas Orkut Buyukkokten — vai finalmente ser excluído de vez dos servidores da empresa de Internet. Até então, mesmo após ter seu fim decretado em 2014, a rede social manteve público um banco de dados com 51 milhões de comunidades e informações dos usuários como fotos, scraps e depoimentos na sua nuvem. Porém, como prometido, depois desta sexta-feira (30) a recuperação dos dados não será mais possível. Se você ainda não resgatou suas memórias do Orkut, corra para fazer download e guardá-las no seu computador. Relembre como recuperar informações dos perfis, scraps, fotos e depoimentos de amigos usando a ferramenta Google Takeout.

A história do Orkut





O Orkut foi encerrado em 30 de setembro de 2014, pouco tempo depois de completar dez anos. A rede social foi uma das primeiras a fazer sucesso no Brasil e tinha como principal atrativo as comunidades, onde era possível discutir sobre um determinado tema em comum com os outros usuários. Os scraps (recados no mural) e os depoimentos também eram uma das partes mais divertidas da rede social.

Depois de ser comprado pelo Google, o Orkut foi descontinuada. À época, a gigante da Internet afirmou que o encerramento se justificava graças ao sucesso de outras plataformas como o YouTube — que relançou o conceito de rede social no site de vídeos — e o Google+ (que respira por aparelhos).

Atualmente a página do Orkut (Orkut.com) ainda existe, com uma carta que convida o usuário a conhecer a Hello — outra rede social por Buyukkokten, mas sem relação nenhum com o Google. O site exibe apenas um depoimento emocionado do seu criador e ainda carrega a antiga identidade visual em preto, branco, roxo e rosa.

Ainda há tempo — pouco tempo — para recuperar as suas memórias do Orkut. É possível baixar dados importantes como fotos, depoimentos, lista de amigos e os scraps. Basicamente você vai precisar se lembrar dos dados de login (qual e-mail usou e sua senha).

Porém também ainda há como recuperar a senha do Orkut (se você perdeu), assim como o ID utilizado na rede. Em seguida é só utilizar o Google Takeout para baixar os arquivos. Você também pode tirar dúvidas sobre Orkut no Fórum do TechTudo.

O Orkut terminou em 2014 (Foto: Barbara Mannara/TechTudo) (Foto: O Orkut terminou em 2014 (Foto: Barbara Mannara/TechTudo))O Orkut terminou em 2014 (Foto: Barbara Mannara/TechTudo)







Alternativas ao Orkut

Alguns aplicativos e sites ainda tentam repetir o sucesso do Orkut no Brasil — seja com uma nova plataforma ou uma cópia genérica do velho Orkut. Existem alguns clones como o Orkuti e o Orkutando, mas ainda sem a base de usuários enorme e fiel que garantiu o sucesso da rede social por aqui.


Orkutando (Foto: Melissa Cruz / TechTudo)Orkutando (Foto: Melissa Cruz / TechTudo)



O próprio criador do Orkut original também se aventurou novamente no mundo das redes sociais. O Hello traz uma proposta diferente do Facebook, mas que lembra um pouco a dinâmica do Orkut.

Para os antigos usuários da rede social, só restam as lembranças e as pastas de backup, que você pode salvar no Google Drive. Saiba o que acontece depois de excluir perfis de redes sociais.

Fonte: TechTudo

O Muzo é um dispositivo que promete acabar com os problemas de quem vive cercado por barulho. O aparelho é capaz de detectar o som ambiente e produzir ondas sonoras que o abafam, criando um meio mais silencioso e com menos ruídos. Segundo os desenvolvedores, o gadget também pode criar uma espécie de bolha de privacidade para pessoas estranhas não escutarem sua conversa em restaurantes ou locais públicos.
O eletrônico funciona ao ser anexado a janelas ou outras superfícies planas que facilitem a propagação das ondas sonoras. A intensidade pode ser controlada facilmente através de um aplicativo para smartphones Android ou iPhone (iOS).
Muzo cria área privada para impedir que conversas possam ser ouvidas por terceiros (Foto: Reprodução/Indiegogo)Muzo cria "bolha" para impedir que conversas sejam ouvidas por terceiros (Foto: Divulgação/Celestial Tribe)
Toda a tecnologia fica armazenada em uma pequena caixa de 32 x 75 x 165 mm com peso de cerca de 350g. O Muzo se conecta nos smartphones através de Bluetooth 4.0 e possui bateria recarregável através de cabo microUSB com duração estimada de até 20h de uso, segundo a fabricante. O cabo também pode ser usado para atualizar o firmware quando necessário.
Ao ligar o aparelho o usuário pode escolher entre três modos. O primeiro deles, chamado Serenity, é usado para reduzir ruídos externos, criando um ambiente mais silencioso com o sistema de anti-vibração. Já o Sleep pode reproduzir sons que ajudam a dormir e, pela manhã, funcionam como alarme. 
Há  ainda o modo Secret, criado para funcionar como uma espécie de bolha de privacidade, que permite que duas pessoas conversem sem medo de outros escutarem o que é falado. A área protegida também pode ser regulada através de aplicativo. 
Caixa de som promete bloquear som ambiente usando vibrações (Foto: Reprodução/Indiegogo)Caixa promete bloquear som ambiente usando vibrações (Foto: Divulgação/Celestial Tribe)
A expectativa é que o gadget comece a ser entregue a partir de fevereiro de 2017. O dispositivo está à venda por a partir de US$ 159 (cerca de R$ 500), com frete adicional de US$ 15 (R$ 48) para entrega no Brasil.
Apesar da proposta interessante, o Muzo despertou desconfiança de alguns internautas. Discussões em fóruns mostram que os usuários não acreditam na funcionalidade, que lembra bastante aparelhos vistos em filmes de ficção científica. 
O questionamento principal ocorre em relação a tecnologia usada para o cancelamento de ruídos, que só funcionaria eliminando algumas variáveis, como a posição do usuário, que precisa ser fixa para bloquear os sons corretamente.
Confira no vídeo abaixo o projeto do Muzo. 


Com Windows 10 Anniversary Update, a Microsoft já não permite desativar a tela de bloqueio usando uma definição de política de grupo ou mexendo no registro do sistema. A definição de política de grupo que desativa a tela de bloqueio ainda está disponível, mas ela só funciona nas edições Enterprise e Education. Até mesmo os usuários do Windows 10 Professional não podem usá-la. Porém, existe uma forma muito simples de resolver isso, sem riscos ou complicações.

Conheça um jeito fácil de desativar a tela de bloqueio no Windows 10 (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Conheça um jeito fácil de desativar a tela de bloqueio no Windows 10
(Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)


Siga as instruções abaixo e veja a tela de bloqueio apenas em um momento: quando iniciar o computador. Ela não aparecerá quando você realmente bloquear o PC ou quando ele sair da hibernação.
Passo 1. Execute o gerenciador de arquivos do Windows 10 clicando no ícone presente na barra de tarefas ou pressionando as teclas Windows + E;

Executando o Explorador de Arquivos do Windows (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Executando o Explorador de Arquivos do Windows 10 (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)


Passo 2. No Explorer, acesse a pasta “Windows” e depois a subpasta “SystemApps”. Em seguida, procure pelo arquivo “Microsoft.LockApp_cw5n1h2txyewy”;

Localizando a pasta da tela de bloqueio (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Localizando a pasta da tela de bloqueio (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)


Passo 3. Clique com o botão direito do mouse sobre o arquivo. No menu que aparece, clique na opção “Renomear”;


Selecionando a pasta da tela de bloqueio para renomear (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Selecionando a pasta da tela de bloqueio para renomear (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)


Passo 4. Por segurança, apenas digite um ponto e a palavra backup (ou qualquer outra que você possa lembrar depois) no final do nome do arquivo. Para confirmar a mudança, tecle enter.

Renomeando a pasta da tela de bloqueio (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Renomeando a pasta da tela de bloqueio (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)


Pronto! Para restaurar sua tela de bloqueio, basta repetir o processo e, no último passo, remover o ponto e a palavra digitada. No caso do exemplo deste tutorial, renomeie o arquivo “Microsoft.LockApp_cw5n1h2txyewy.backup” de de volta para “Microsoft.LockApp_cw5n1h2txyewy”.

Fonte: TechTudo

Assim como em baterias e carregadores, TVs ou consoles de videogame, a fotografia também é alvo de diversos mitos e verdades. As histórias se espalham ao longo dos anos e podem deixar até mesmo os usuários mais profissionais em dúvida.

Para revelar as respostas das questões, confira a seguir uma lista com cinco boatos e verdades sobre fotografia e descubra, por exemplo, se a lente que vem no kit da câmera é realmente mais fraca para capturar fotos e vídeos de qualidade.

Lista traz mitos e verdades sobre fotografia; tire suas dúvidas
(Foto: Divulgação/Lomography)

Quanto mais pixels, melhor a qualidade da imagem?

Mito. Usuários leigos ou mesmo fotógrafos iniciantes costumam pensar que quanto mais megapixels a câmera tiver, melhor será a qualidade da imagem. No entanto, isso é um afirmação falsa, pois uma coisa não está diretamente relacionada a outra.

Toda câmera digital possui um sensor que faz a captação da luz que, posteriormente, é transformada pelo processador em imagem, formada por megapixels. Acontece que os aparelhos compactos possuem sensores não tão avançados como os de câmeras profissionais e semi-profissionais.

Diferença de imagem com ruído e sem ruído (Foto:Reprodução/brettnattrass.co.za)Diferença de imagem com ruído e sem ruído (Foto:Reprodução/brettnattrass.co.za)



Assim, quando a fabricante tenta alocar muitos megapixels neste sensor, mais calor produz e mais ruído é gerado. As câmeras compactas que possuem mais megapixels geralmente entregam imagens com mais ruído do que câmeras profissionais que possuem menos megapixels.

Câmera fotográfica tem vida útil?

Sim, as câmeras também possuem vida útil, medida em cliques (Foto: Divulgação/Canon)Sim, as câmeras também possuem vida útil, medida em cliques (Foto: Divulgação/Canon)


Verdade. Muitas pessoas podem pensar que as câmeras digitais não possuem vida útil e poderá fotografar para sempre. Ledo engano. A máquina tem sim vida útil e esse dado é muito importante se você está interessado em comprar um aparelho usado.

A vida útil das máquinas fotográficas é medida pelo número de cliques. Quanto mais cliques tiver, mais perto de seu fim estará. Tanto é que nos sites de venda de usados os anunciantes sempre costumam colocar a quantidade de cliques que a câmera teve. Assim, o interessado poderá saber se vale a pena ou não comprar determinado dispositivo.

A lente que vem no kit não é boa para fotografar?

Lentes baratas podem sim produzir boas imagens  (Foto: Divulgação/ Canon)Lentes baratas podem sim produzir boas imagens (Foto: Divulgação/ Canon)



Mito. Este é um boato que se propaga até mesmo entre fotógrafos profissionais. As histórias dizem que a lente que vem junto com o kit da câmera, e que geralmente é mais barata, não é boa para trabalhar. No entanto, cada lente tem um tipo específico de uso e em muitos casos não é necessário que o profissional gaste ainda mais dinheiro comprando uma lente avulsa e mais cara.

Atualmente, uma das melhores lentes para fotografar é a de 50 mm, conhecida como “cinquentinha”. A abertura é de f/1.8, uma das maiores disponíveis no mercado. O custo é de apenas R$ 300 a R$ 400. Normalmente, é usada em ensaios, pois desfoca o fundo, dando ainda mais destaque ao objeto principal da cena.

Portanto, lentes baratas também podem entregar boas fotos.

Marca X é melhor que a marca Y?

Não existe uma marca melhor que a outra (Foto: Divulgação/Nikon)Não existe uma marca melhor que a outra (Foto: Divulgação/Nikon)
Mito. Assim como há uma discussão entre usuários Android e iOS, Windows e Linux, Playstation e Xbox, entre outros, no mundo da fotografia não poderia ser diferente. Com frequência usuários da Canon e da Nikon criam debates em fóruns para tentar chegar a conclusão de qual é a melhor marca.

A verdade é que ambas são excelentes e a diferença de qualidade entre uma e outra é praticamente imperceptível. O que vale, nesse caso, é qual câmera se encaixa no seu bolso, atende melhor suas necessidades e é mais usada pelo seu círculo social, pois assim você poderá trocar experiências mais facilmente, além de acessórios.

RAW não é bom para eventos sociais?


Mito. Costuma-se falar que fotografar com o formato RAW em eventos sociais, como em casamentos ou em festas de aniversário, não é viável devido ao tamanho da foto e do tempo que leva para processar a imagem.

Porém, com uma preparação prévia e uma otimização do fluxo, isso deixa de ser um problema e vira uma vantagem. Isso porque o formato RAW possui uma flexibilidade muito grande no balanço de branco, os arquivos são passíveis de maior interpolação, a resposta de cor de câmeras diferentes pode ser bastante aproximada, entre outros detalhes.

 

Fonte: TechTudo





A partir desta quarta-feira (31), o Instagram começa a liberar gradualmente uma nova função no aplicativo: a opção de dar zoom em fotos e vídeos no feed de posts. A atualização chega junto com a versão do Instagram 9.2 e já está disponível para download para Android e iOS— usuários de iPhone devem recebê-la primeiro. Com a mudança, os usuários da rede social poderão explorar detalhes de post aplicando o recurso ampliar em imagens maiores, com mais resolução e descobrir particularidades.

"Estamos felizes por trazer essa opção para a comunidade — todo conteúdo postado no feed poderá ser aumentado", explica a equipe de desenvolvimento do app, em comunicado.

Instagram libera Insights para todas as contas de empresas no Brasil
(Foto: Divulgação/Instagram)

No vídeo divulgado pela rede social, é possível aproximar fotos e vídeos — caso tenham qualidade e resolução para tal. Em uma imagem estática, o movimento de pinça aproxima detalhes em uma praia distante e, em um vídeo, dá destaque a um surfista em meio ao registro de uma enorme onda.

A novidade diferencia o aplicativo do Instagram do seu principal rival, o Snapchat, e incentiva a publicação de fotos com maior qualidade na rede social. Segundo o Instagram, quando um usuário compartilha uma foto no aplicativo, seja no iOS (iPhone) ou no Android, a imagem é publicada com "a melhor qualidade de resolução possível (com largura de até 1080 pixels)".

Tamanho máximo de fotos na rede social

Conforme a seção de ajuda do aplicativo, toda foto — cuja largura é de 320 a 1080 pixels — é compartilhada com a resolução original, respeitando a taxa de proporção entre 1,91:1 e 4:5 (altura entre 566 e 1350 pixels e largura de 1080 pixels). Caso não haja suporte para a taxa de proporção da foto, o sistema corta para ajustar ao quadro. Caso seja compartilhada uma foto com resolução menor, esta será aumentada para uma largura mínima de 320 pixels. Caso seja compartilhada uma foto com resolução maior, será reduzida para uma largura de 1080 pixels.

Tamanho de fotos salvas no celular

Caso você escolha salvar fotos filtradas — com os efeitos aplicados — no seu celular, as versões de alta resolução das fotos do Instagram serão salvas logo após carregá-las para o Instagram. Isso também quer dizer que as fotos em seu celular terão a maior resolução possível baseadas no original clicado. A resolução máxima é de 2048 x 2048 no iOS e variável no Android.


Android
A capacidade de resolução de imagem varia conforme o celular.


Apple iOS
Resoluções das fotos tiradas com a câmera do Instagram (não com app Câmera) e salvas no celular:

2048 x 2048 no iPhone 4S e posterior
1936 x 1936 no iPhone 4
1536 x 1536 no iPhone 3GS

Instagram inclui zoom em fotos e vídeos do aplicativo para iOS e Android
(Foto: Divulgação/Instagram)

Fonte: TechTudo




O Facebook se prepara para avançar no setor de games. A rede social aposta em uma parceria firmada com a plataforma de desenvolvimento Unity Games, que vai resultar em um novo sistema para jogos online. O projeto do Facebook ainda não tem um nome definido e promete unir, em um mesmo local, games para desktop, Android e iPhone (iOS).

A grande contribuição da rede social são os mais de 650 milhões de usuários em todo o mundo — e vários usam o Facebook para jogar. Este mercado — social games — sempre foi rentável para a plataforma que, só em 2015, pagou cerca de US$ 2,5 bilhões para desenvolvedores de jogos.


Facebook terá sua própria plataforma de jogos
(Foto: Melissa Cruz / TechTudo)

A estratégia das duas empresas é criar um ambiente para games semelhante a rivais como o Steam. A loja de jogos Facebook pretende reunir vários tipos de games, como 2D, 3D, VR (realidade virtual) e AR (realidade aumentada), todos compatíveis com a plataforma de desenvolvimento da Unity.

O projeto inclui várias modalidades de games para diversos públicos. A loja pretende incluir jogos casuais e competitivos, que poderão ser jogados no Android, iPhone (iOS) e também em sistemas operacionais desktop.

Rede social convoca desenvolvedores

O primeiro passo no projeto do Facebook é atrair o interesse de desenvolvedores que usem o Unity, selecionando um grupo limitado, que irão receber uma versão exclusiva da plataforma com ferramentas que ajudam na integração dos jogos feitos para a rede social.

O recurso, chamado Export to Facebook, vai fazer com que os criadores possam construir versões de seus games compatíveis com o site e o app do Facebook. Os interessados devem preencher um cadastro no site (facebook.com/help/contact) até o dia 31 de agosto.

A nova loja do Facebook ainda está dando seus passos iniciais e não existe previsão de quando será lançada oficialmente, nem quais títulos devem estar disponíveis para os usuários.


Via Facebook




1. Como bem aponta a página Sinta-se Paulistano,
muito antes da “gratidão”, já existia quem?



2. E se você nunca comeu um dogão com purê,
claramente não é de SP.



3. Quando a coisa aperta, você fala com o maninho lá de cima.



4. E se o negócio ficou feio e você passou mó carão,
possivelmente você…



5. E esse tempo louco?

 

6. Não importa o que for, o que importa é que não é “acompanhamento” não.



7. E já que a gente tá aqui, vamos aproveitar e trocar umas ideias.

 


8. Possivelmente você vai negar que fale tanto “meu”,
mas o “mó”…

 


9. A verdade é que poucas e boas palavras já são suficientes.

 


10. Pessoal do escritório? Aqui não!

 


11. E para fazer as coisas acontecerem, já sabe.

 


 12. Não vai dar para ir no rolê?



13. Deve ser por isso que a gente corre na calçada.



14. Você nem imaginava que comer um lanche
te fazia tão paulistano. 



15. Um pouco polêmico, mas ainda assim acontece.



16. Já este item é um clássico incontestável!

 


17. E se você for fazer um corre e não der pra terminar de comer, você já sabe como proceder.

 


18. Camiseta, camisa, casaco = tudo blusa.

 


19. Esse é pros tru.

 


20. E se você puder dar uma força…

 


 21. E só porque não podia faltar…


Via: Buzzfeed 
author
Commit Design
Agência Digital em São Paulo e Curitiba